Volume 3

Registrando a
Audiência

Um roteiro para compreender o AUD, construir a ata e trabalhar com serenidade em diferentes realidades.

Apresentação

Até aqui, procuramos compreender a audiência e aprender a prepará-la.

Chegamos agora a um dos temas que mais despertam dúvidas e inseguranças para quem está começando.

A ata de audiência.

É comum que o primeiro contato com o AUD produza certa ansiedade.

Muitos imaginam que o assistente precisa decorar centenas de textos, dominar todas as funcionalidades do sistema e conhecer previamente todas as situações possíveis.

Felizmente, não é assim.

Se existe uma ideia que deve acompanhar todo este encontro, é a seguinte:

Capítulo 1

Ninguém escreve uma ata do zero

Uma das maiores ilusões de quem está começando é imaginar que a atividade do assistente de audiência consiste em redigir integralmente a ata.

Na prática, isso raramente acontece.

A maior parte do trabalho não consiste em escrever.

Consiste em selecionar, adaptar e complementar informações.

O assistente não éum escritor
Ele éum operador do AUD

A digitação livre existe.

Mas costuma ser reservada a situações específicas.

A regra é outra.

A utilização de ferramentas já existentes.

Capítulo 2

As três formas de construir uma ata

De maneira simplificada, existem três formas de produzir uma ata de audiência.

01

Autotextos

Trechos padronizados acionados por palavras-chave.

02

Módulos estruturados

Campos do sistema para situações e informações específicas.

03

Digitação livre

Texto inserido conforme o ditado ou a orientação do magistrado.

A digitação integral da ata é excepcional.

Em regra, o trabalho do assistente consiste em combinar essas três ferramentas.

O que significa “digitação livre”?

A expressão descreve a forma de inserir o texto no sistema.

Ela não significa que o assistente decide livremente o conteúdo que constará da ata.

Em regra, o magistrado dita a redação que deve ser registrada.

Em algumas situações, poderá solicitar que determinada informação seja consignada sem ditar a frase palavra por palavra.

Nesses casos, o assistente pode preparar a redação a partir da orientação recebida, mas o texto deverá ser submetido ao crivo do magistrado antes de sua conclusão.

Capítulo 3

Autotextos

Os autotextos são uma das principais ferramentas do AUD.

Por meio deles, é possível inserir rapidamente trechos padronizados utilizados com frequência.

Normalmente, o acesso ocorre por intermédio do símbolo “#” seguido de uma palavra-chave.

#+palavra-chavetrecho padronizado

Essa sistemática permite acelerar a elaboração da ata e reduzir a necessidade de digitação repetitiva.

Entretanto, mais importante do que decorar palavras-chave é compreender a lógica do sistema.

Ninguém espera que um assistente memorize centenas de textos.

Com o tempo, a familiaridade surge naturalmente.

Capítulo 4

As caixas do sistema

Além dos autotextos, o AUD possui módulos estruturados acessíveis pelas caixas laterais.

Esses módulos não existem apenas para inserir texto na ata.

Em muitos casos, eles permitem que determinadas informações sejam compreendidas pelo PJe.

Por essa razão, algumas situações exigem o preenchimento dessas estruturas.

Texto e informação estruturada

Ao elaborar uma ata, o assistente trabalha com duas formas de registro.

A primeira é o texto.

O texto permite que magistrados, servidores, partes e advogados compreendam o que aconteceu durante a audiência.

A segunda é a informação estruturada.

Ela é registrada em campos específicos do AUD para que determinados dados possam ser identificados e utilizados pelo sistema.

Um exemplo simples

Imagine que a ata contenha a seguinte frase:

As partes celebraram acordo no valor de R$ 10.000,00, a ser pago em cinco parcelas.

Para uma pessoa, essa informação é perfeitamente compreensível.

O sistema, porém, não interpreta necessariamente a frase da mesma maneira.

Para que esses dados possam ser utilizados posteriormente, talvez seja necessário indicar separadamente:

  • o valor total do acordo;
  • a quantidade de parcelas;
  • o valor de cada parcela;
  • as datas de vencimento;
  • a forma de pagamento;
  • a existência de custas;
  • a incidência de contribuições;
  • a discriminação das verbas.

É essa organização em campos específicos que chamamos de informação estruturada.

Por que o texto não é suficiente?

O texto registra o que aconteceu.

A informação estruturada permite que o sistema reconheça determinados elementos desse acontecimento.

Texto da ata
  • Destinado principalmente à leitura.
  • Organizado em frases e parágrafos.
  • Descreve o que aconteceu.
  • Pode variar conforme o estilo do magistrado.
Informação estruturada
  • Destinada também ao processamento pelo sistema.
  • Organizada em campos específicos.
  • Identifica separadamente dados relevantes.
  • Segue a estrutura prevista no módulo.

Uma forma de registro não exclui a outra.

Em algumas situações, o conteúdo precisa aparecer no texto da ata e também ser preenchido no módulo correspondente.

O papel das caixas laterais

As caixas laterais do AUD dão acesso aos módulos estruturados.

Cada módulo reúne campos relacionados a uma situação específica da audiência.

01Caixas do AUDPreenchimento estruturado
02InformaçãoDados organizados
03PJeCompreensão pelo sistema

O acordo é o exemplo mais evidente, mas a lógica é mais ampla: quando o sistema precisa reconhecer determinada informação, pode não ser suficiente mencioná-la em um parágrafo.

Em determinadas situações, o preenchimento adequado dessas estruturas não serve apenas para compor a ata, mas também para permitir o correto tratamento das informações pelo sistema e pelos atos processuais subsequentes.

É necessário registrá-la no local apropriado.

O que o assistente precisa aprender?

O assistente não precisa decorar imediatamente todos os módulos ou conhecer cada campo existente.

No início, o mais importante é compreender a lógica:

  1. 1

    Ouvir e acompanhar o que acontece na audiência.

  2. 2

    Identificar se existe um módulo relacionado à situação.

  3. 3

    Preencher as informações estruturadas necessárias.

  4. 4

    Verificar como o conteúdo aparecerá na ata.

  5. 5

    Complementar o registro quando necessário.

Módulo e autotexto não são concorrentes

O autotexto insere rapidamente uma redação padronizada.

O módulo estruturado registra dados em campos próprios.

A digitação livre permite inserir o conteúdo ditado ou orientado pelo magistrado quando os demais recursos não forem suficientes.

Esses recursos não competem entre si. Eles podem ser utilizados na mesma audiência e até no registro de uma única situação.

Autotexto

Ajuda a escrever.

Módulo

Ajuda o sistema a compreender.

Digitação livre

Registra o que for ditado ou validado pelo magistrado.

A pergunta prática

Diante de uma informação relevante, o assistente pode fazer três perguntas:

01Essa informação precisa constar no texto da ata?

02Existe um módulo estruturado para essa situação?

03Será necessário complementar ou adaptar o conteúdo?

Com o tempo, essas decisões se tornam mais naturais.

O objetivo não é conhecer antecipadamente todas as respostas. É compreender que registrar uma audiência envolve tanto produzir um texto claro quanto fornecer ao sistema os dados de que ele necessita.

Capítulo 5

O acordo não é apenas um texto

Quando as partes celebram acordo, não basta redigir uma cláusula dizendo que houve conciliação.

Informações importantes precisam ser registradas:

Valor do acordo Forma de pagamento Parcelas Quitação Custas Imposto de renda Contribuição previdenciária Discriminação das verbas

Esses dados serão posteriormente utilizados pelo próprio sistema.

Calculando as parcelas

Na caixa do acordo, o assistente pode informar o valor principal e o número de parcelas.

Ao selecionar a opção Calcular Parcelas, o AUD apresenta uma programação inicial, indicando o vencimento e o valor de cada parcela.

Caixa do acordo no AUD com valor principal de quinze mil reais, dez parcelas calculadas e menu de ações aberto.
Figura 1 Caixa do acordo: cálculo das parcelas e menu de recálculo de datas e valores.

O resultado apresentado pelo sistema não é fechado.

As datas e os valores das parcelas permanecem editáveis, permitindo que o registro seja ajustado às condições efetivamente estabelecidas no acordo.

Datas

Recalcular os vencimentos

Depois de informar a data da primeira parcela, é possível solicitar que o AUD recalcule as datas seguintes em intervalos de trinta dias.

O sistema considera finais de semana e feriados. Se um vencimento recair, por exemplo, em um sábado, a data será deslocada para o primeiro dia útil seguinte.

Valores

Recalcular as demais parcelas

Os valores também podem ser alterados e redistribuídos.

Em um acordo de R$ 15.000,00 dividido em dez parcelas, por exemplo, a primeira pode ser ajustada para R$ 4.000,00. O AUD pode então recalcular as nove parcelas restantes para que a soma final permaneça em R$ 15.000,00.

O menu de ações da parcela

O menu suspenso oferece diferentes formas de ajustar a programação:

  • Recalcular datasRefaz a sequência dos vencimentos.
  • Recalcular o valor das demais parcelasRedistribui o saldo entre as outras parcelas.
  • Recalcular o valor das parcelas anterioresAplica o recálculo às parcelas que antecedem a selecionada.
  • Recalcular o valor das parcelas posterioresAplica o recálculo às parcelas seguintes.
  • Atribuir o valor desta parcela às outrasReplica o valor informado nas demais parcelas.
  • Remover parcelaExclui a parcela selecionada da programação.

Da ata ao controle do acordo no PJe

O preenchimento da caixa do acordo produz dois resultados importantes.

O primeiro é visível na própria ata: o AUD facilita a inserção dos textos adequados ao registro da conciliação.

O segundo acontece na comunicação com o PJe: os dados estruturados são encaminhados ao sistema e passam a integrar o fluxo de controle do acordo.

01 Caixa do acordo Valor global, parcelas, datas e demais condições.
02 Informação estruturada Texto para a ata e dados organizados para o sistema.
03 Controle no PJe Reconhecimento do acordo e acompanhamento das parcelas.

No PJe, cada parcela precisa constar no sistema para que o fluxo de pagamento possa ser acompanhado.

Quando o acordo é estruturado no AUD, o valor global e a programação das parcelas são encaminhados ao PJe, evitando que as mesmas informações precisem ser novamente cadastradas no fluxo de controle.

Assim, o PJe não recebe apenas a informação de que houve um acordo.

O valor global permite que o sistema reconheça a composição entre as partes e dê ao processo o tratamento correspondente no fluxo processual.

Além disso, o parcelamento — com datas e valores — é lançado no controle do acordo, permitindo o acompanhamento de cada pagamento.

O lançamento manual de valores continua disponível no PJe para situações de pagamento que não passam pelo AUD.

O assistente preenche uma vez. A informação passa a servir à ata e ao fluxo de controle no PJe.

O acordo é mais do que um texto.
Ele representa um conjunto de informações estruturadas.

Capítulo 6

O pequeno caos

Talvez esta seja a parte mais importante deste caderno.

Ao longo dos anos, cada magistrado desenvolve suas próprias preferências.

Cada Vara também desenvolve seus próprios métodos de trabalho.

Módulos do sistema
Autotextos próprios
Documentos auxiliares
Métodos combinados
Ata de audiência

Alguns utilizam intensamente os módulos do sistema.

Outros preferem autotextos próprios.

Há quem utilize documentos auxiliares.

Há quem combine diferentes métodos.

Consequentemente, não existe uma única forma correta de construir uma ata.

Essa diversidade não é um problema.

Ela faz parte da atividade.

Capítulo 7

O sistema existe para servir à audiência

O AUD foi concebido para facilitar a atividade do assistente.

  • Automatizar tarefas.
  • Reduzir erros.
  • Produzir informações estruturadas.
  • Dialogar com o PJe.

Tudo isso é extremamente importante.

Além do texto propriamente dito, a ata registra informações relevantes para o desenvolvimento do processo, como a presença das partes e advogados, a forma de participação dos envolvidos e outros elementos que integram o próprio ato processual.

Mas é importante lembrar:

O sistema existe para servir à audiência.

A audiência não existe para servir ao sistema.

A audiência não existe para servir ao sistema.

Por isso, o objetivo do curso não é ensinar uma parametrização perfeita.

Ela simplesmente não existe.

O objetivo é ensinar a trabalhar em diferentes realidades.

Capítulo 9

A grande ideia do encontro

A ata não é uma obra literária.

Ela é o registro fiel da audiência.

Mais do que produzir textos, o assistente contribui para a construção de um registro adequado e confiável do ato processual.

E o trabalho do assistente não consiste em eliminar toda a complexidade do sistema.

Consiste em conviver serenamente com ela.

A ATA NÃO É UMA OBRA LITERÁRIA.
ELA É O REGISTRO FIEL DA AUDIÊNCIA.
E O TRABALHO DO ASSISTENTE NÃO CONSISTE EM ELIMINAR TODA A COMPLEXIDADE DO SISTEMA.
CONSISTE EM CONVIVER SERENAMENTE COM ELA.

Apêndice

Padrões mínimos de registro

Um roteiro de consulta para registrar com fidelidade, utilizar as ferramentas com consciência e navegar com serenidade pelas diferentes formas de trabalho.

01

Antes de começar

  • Compreender o que aconteceu antes de escolher como registrar.
  • Identificar a orientação dada pelo magistrado.
  • Lembrar que a maior parte do trabalho consiste em selecionar, adaptar e complementar informações.
  • Reconhecer que o assistente não escreve a ata do zero.
  • Submeter ao magistrado todo texto livre preparado a partir de sua orientação.
02

Durante a audiência

  • Acompanhar atentamente o que acontece na audiência.
  • Selecionar, adaptar e complementar as informações necessárias.
  • Utilizar autotextos quando houver redação padronizada aplicável.
  • Verificar se existe módulo estruturado relacionado à situação.
  • Conferir nomes, valores, datas e prazos antes de concluir.
  • Revisar se o registro corresponde ao que efetivamente aconteceu.
  • Registrar horários quando necessário.
  • Consignar documentos apresentados em audiência.
  • Registrar adequadamente os atos praticados.
Não lembro a palavra-chave.

Há duas formas rápidas de localizar o autotexto.

Ver 2 atalhos
#

Digite o símbolo e comece a escrever o texto para pesquisar os autotextos personalizados pela unidade.

Ctrl + Shift + O

Abre um campo de pesquisa para autotextos estruturados ou predefinidos do AUD.

03

Sobre os diferentes estilos

  • Reconhecer que cada magistrado possui suas preferências.
  • Conhecer os métodos desenvolvidos pela própria unidade.
  • Manter acessíveis os documentos e autotextos utilizados na rotina local.
  • Lembrar que não existe uma única forma correta de construir uma ata.
  • Consultar e confirmar sempre que houver dúvida.

Registre abaixo as particularidades da sua unidade. As anotações são salvas automaticamente neste navegador.

As respostas ficam armazenadas apenas neste navegador.

04

Sobre os módulos estruturados

  • Verificar se o PJe precisa compreender os dados registrados.
  • Preencher o módulo correspondente quando a situação exigir informação estruturada.
  • Conferir se o texto da ata e os campos estruturados são compatíveis.
  • Revisar valores, parcelas, vencimentos e demais dados antes de concluir.
  • O acordo envolve informações que vão além do texto da ata.
  • Alguns registros possuem repercussão em etapas posteriores do processo.
  • Lembrar que módulo, autotexto e digitação livre podem ser complementares.
05

Diante do pequeno caos

  • Não tentar adivinhar a forma correta de registrar.
  • Identificar a informação, consultar os recursos disponíveis e confirmar.
  • Manter a calma diante de situações não previstas.
  • Aceitar que diferentes métodos fazem parte da atividade.
  • Confiar que a familiaridade será construída com o tempo.

REGISTRAR NÃO É TRANSCREVER.
REGISTRAR É COMPREENDER.

Registrando a Audiência

Questionário de Revisão - Encontro 3

Questões objetivas para retomar as principais ideias sobre construção da ata, uso do AUD e registro fiel da audiência.

1. Na prática, qual é a principal atividade do assistente na construção de uma ata?

  1. aRedigir integralmente a ata, utilizando linguagem jurídica própria.
  2. bTranscrever todas as falas ocorridas durante a audiência.
  3. cSelecionar, adaptar e complementar informações por meio das ferramentas disponíveis.
  4. dElaborar previamente um modelo completo para cada processo.

2. Quais são as três formas principais de construção de uma ata apresentadas no caderno?

  1. aGravação, transcrição e revisão.
  2. bAutotextos, módulos estruturados e digitação livre.
  3. cModelos externos, documentos auxiliares e gravações.
  4. dAta manual, ata automática e ata simplificada.

3. Qual é a principal finalidade dos autotextos?

  1. aSubstituir integralmente a atuação do assistente.
  2. bInserir rapidamente trechos padronizados utilizados com frequência.
  3. cRegistrar automaticamente todas as falas dos participantes.
  4. dImpedir que sejam realizadas adaptações no texto da ata.

4. Sobre as palavras-chave utilizadas nos autotextos, é correto afirmar que:

  1. aO assistente deve memorizar todas antes de começar a atuar.
  2. bSomente o magistrado pode utilizar palavras-chave.
  3. cA memorização é mais importante do que compreender o funcionamento do sistema.
  4. dA familiaridade com as palavras-chave surge progressivamente com a prática.

5. Por que os módulos estruturados do AUD não devem ser considerados apenas ferramentas de inserção de texto?

  1. aPorque servem apenas para melhorar visualmente a ata.
  2. bPorque algumas informações preenchidas neles precisam ser compreendidas e utilizadas pelo sistema.
  3. cPorque eliminam a necessidade de conferência da ata.
  4. dPorque substituem todos os autotextos utilizados pela unidade.

6. Por que o acordo é apresentado como algo maior do que um simples texto na ata?

  1. aPorque deve ser escrito exclusivamente pelo magistrado.
  2. bPorque sempre exige a elaboração de um documento externo.
  3. cPorque reúne informações estruturadas que podem produzir efeitos em etapas posteriores do processo.
  4. dPorque não pode ser registrado por meio do AUD.

7. Qual das informações abaixo pode integrar o registro estruturado de um acordo?

  1. aApenas o valor total.
  2. bSomente a quantidade de parcelas.
  3. cValor, forma de pagamento, parcelas, custas e discriminação das verbas, entre outras informações.
  4. dApenas a declaração de que as partes se conciliaram.

8. O que o caderno denomina “pequeno caos”?

  1. aA ocorrência de falhas constantes no funcionamento do sistema.
  2. bA diversidade de métodos, preferências e formas de trabalho adotadas por magistrados e unidades.
  3. cA impossibilidade de produzir uma ata adequada.
  4. dA falta de qualquer padrão para o registro das audiências.

9. O que significa a afirmação “o sistema existe para servir à audiência”?

  1. aO preenchimento do sistema é mais importante do que o ato processual.
  2. bA audiência deve ser conduzida conforme as limitações técnicas do AUD.
  3. cO AUD é uma ferramenta destinada a apoiar o registro e o desenvolvimento da audiência, e não um fim em si mesmo.
  4. dO assistente pode deixar de utilizar o sistema sempre que considerar conveniente.

10. Qual alternativa expressa melhor a grande ideia do Encontro 3?

  1. aRegistrar é reproduzir literalmente todas as palavras pronunciadas.
  2. bRegistrar é utilizar o maior número possível de funcionalidades do AUD.
  3. cRegistrar é compreender o que aconteceu e produzir um registro fiel e confiável do ato processual.
  4. dRegistrar é seguir um único modelo de ata, independentemente da unidade ou do magistrado.

Próximo volume

Concluindo a audiência e lidando com imprevistos

No próximo encontro, veremos como encerrar o fluxo da audiência e como lidar com as situações inesperadas que fazem parte da atividade.

Falaremos sobre o encerramento do fluxo, a tecnologia, as pessoas e as situações inesperadas que surgem durante o trabalho.

Porque, em audiência, nem tudo acontece como planejado.

E tudo bem.